- março 24, 2017
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No dia 20 de novembro a cantora Nívea Soares gravou ao vivo o CD e DVD “Reino de Justiça”. Mais de 3800 pessoas estiveram na Igreja Bola de Neve, em Campinas (SP), para participar da gravação e foram abençoados pelas canções e ministrações.
A previsão de lançamento para este projeto é a 2ª quinzena de março de 2016, tendo 12 músicas, entre elas “O Senhor é bom” e “Não seremos abalado”.
“Mais do que registrar canções nossa intenção é permitir que a unção de Deus flua e que isso seja capturado no projeto, para que muitos sejam tocados pela presença de Deus ”, declara Nívea Soares.
A cantora tem divulgado os trabalhos de pós-produção do CD pelas redes sociais e não cansa de dizer que deseja alcançar corações com cada uma das músicas que fazem parte deste projeto especial. “Creio que quando existem famintos e sedentos na Terra, os Céus respondem com um poderoso derramar de Deus”, disse.
O CD/DVD Reino de Justiça é a proclamação de que diante de tantas situações, de incertezas e da crise há uma certeza: aqueles que confiam no Senhor não serão abalados. Durante a gravação, foi ministrado o versículo de Marcos 1.15. “Foram momentos preciosos do fluir do Espírito onde muitos foram renovados pelo Senhor. Toda glória a Jesus”, finaliza Nívea Soares.
- dezembro 20, 2015
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O município de Açailandia, no Maranhão, tem pouco mais de 100 mil habitantes. Mas esta semana a pacata cidade foi surpreendida por um caso de violência urbana pouco comum.
Uma quadrilha de sete assaltantes (incluindo menores de idade) atacou um grupo de evangélicos que estavam orando em um monte localizado nas proximidades do bairro Sarney Filho. Armados com uma arma do tipo “garrucha” e facões, levaram celulares, joias, dinheiro e chave dos veículos.
Segundo as vítimas, eles também espancaram bastante as pessoas que estavam no local. Para o pastor, que prefere não se identificar, pois teme represálias, isso é um verdadeiro absurdo. “Aonde vamos chegar com tanta violência? Não será nenhuma surpresa se qualquer hora dessas formos abordados por marginais, dentro de nossas Igrejas”, desabafou.
A Polícia Civil e Militar da cidade deflagrou uma operação batizada de “Peniel”. Comandada pelo capitão Deocelio e o delegado Tiago Gardon, realizou as prisões de quatro adolescentes e um adulto que fazem parte da quadrilha. Os outros membros fugiram da cidade.
Todos os apreendidos foram reconhecidos pelas vítimas, mas os objetos roubados das vítimas ainda não haviam sido recuperados.
- dezembro 20, 2015
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Em novembro o cantor Irmão Lázaro divulgou o vídeo clipe da música “Só Deus”, em ritmo dançante, a canção fala que só Deus pode nos ajudar a solucionar os nossos problemas.
O clipe foi gravado mostrando algumas pessoas contracenando situações cantandas e sendo levadas pelo cantor até o grupo que faz uma coreografia em adoração ao Senhor.
Mas ao postar trecho do vídeo na página do Facebook, Irmão Lázaro recebeu uma série de críticas por conta da coreografia onde pessoas de diversas idades adoram ao Senhor com dança.
“Misericórdia, invés do mundo imitar a igreja é a igreja querendo imitar o mundo. Temos que ser diferentes, na minha opinião Deus não se agrada com isso (sic)”, escreveu uma internauta que teve centenas de curtidas em seu comentário.
Críticas como essa se repetem pela postagem do Facebook. “Só Deus Mesmo!! Que mania é essa da igreja querer sempre parecer com o mundo… ‘qual é a diferença aí?? Nem uma!'”, escreveu outra jovem.
Quem acompanha esses comentários acredita que a coreografia tem algo de obscenidades, mas não é isso que vemos, pelo contrário, vemos jovens alegres que estão declarando que Deus tem o poder de mudar suas vidas.
A Bíblia mesmo diz que podemos adorá-lo com dança: “Louvai-o com o tamborim e a dança, louvai-o com instrumentos de cordas e com órgãos”. Salmos 150:4
No Salmo 149:3 também temos essa recomendação: “Louvem o seu nome com danças; cantem-lhe o seu louvor com tamborim e harpa”.
Apesar da Bíblia recomendar o louvor com dança, esse assunto ainda gera debates como esse visto no vídeo clipe do Irmão Lázaro. Enquanto muitas igrejas já possuem grupos de dança, outras ainda criticam e pregam que este costume não é bem-vindo na igreja.
Assista e deixe seu comentário:
O clipe foi gravado mostrando algumas pessoas contracenando situações cantandas e sendo levadas pelo cantor até o grupo que faz uma coreografia em adoração ao Senhor.
Mas ao postar trecho do vídeo na página do Facebook, Irmão Lázaro recebeu uma série de críticas por conta da coreografia onde pessoas de diversas idades adoram ao Senhor com dança.
“Misericórdia, invés do mundo imitar a igreja é a igreja querendo imitar o mundo. Temos que ser diferentes, na minha opinião Deus não se agrada com isso (sic)”, escreveu uma internauta que teve centenas de curtidas em seu comentário.
Críticas como essa se repetem pela postagem do Facebook. “Só Deus Mesmo!! Que mania é essa da igreja querer sempre parecer com o mundo… ‘qual é a diferença aí?? Nem uma!'”, escreveu outra jovem.
Quem acompanha esses comentários acredita que a coreografia tem algo de obscenidades, mas não é isso que vemos, pelo contrário, vemos jovens alegres que estão declarando que Deus tem o poder de mudar suas vidas.
A Bíblia mesmo diz que podemos adorá-lo com dança: “Louvai-o com o tamborim e a dança, louvai-o com instrumentos de cordas e com órgãos”. Salmos 150:4
No Salmo 149:3 também temos essa recomendação: “Louvem o seu nome com danças; cantem-lhe o seu louvor com tamborim e harpa”.
Apesar da Bíblia recomendar o louvor com dança, esse assunto ainda gera debates como esse visto no vídeo clipe do Irmão Lázaro. Enquanto muitas igrejas já possuem grupos de dança, outras ainda criticam e pregam que este costume não é bem-vindo na igreja.
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- dezembro 14, 2015
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Por incrível que pareça ainda tem evangélico que acredita que pastor só pode usar terno e gravata. O pastor André Valadão falou sobre isso em entrevista ao GSHOW, da Globo, depois de se apresentar no programa “É De Casa”.
Aos 37 anos, casado, pai de dois meninos Lorenzo, 6 anos, e Vitório, de 9 meses, o pastor tem um estilo moderno de se vestir e isso atraí muitas críticas.
As pessoas também criticam os eventos que ele faz fora das igrejas. “Existem críticas demais. No nosso segmento tem divisão também. Algumas pessoas acham que você só pode cantar dentro da igreja, ou que só pode usar terno e gravata o tempo todo. Aí acaba que você é criticado. Diariamente eu recebo algumas críticas”, disse ele.
Mas em seu entendimento, os resultados que o seu ministério apresenta conseguem dar a resposta certa para todas as críticas que recebe. “A gente tem que entendê-las e respeitá-las. Mas eu acredito muito no resultado daquilo que a gente faz. O fruto fala. O resultado abençoa mais do que complica ou confunde.”
Suas canções são claras na mensagem evangelística, mesmo assim 40% do público de André Valadão não é formado por evangélicos.
“A cada dez produtos que eu vendo, quatro não são para evangélicos. E é uma música evangélica mesmo, não tem nada camuflado, não. Eu falo de Jesus mesmo, falo de amor, de perdão, da mensagem de Cristo. Mas eu tenho um cuidado mesmo de conseguir alcançar as pessoas de uma maneira contemporânea. Sou pai de família, sou homem, sou cidadão. As pessoas se identificam.”
André Valadão tem 12 anos de carreira solo e 15 anos de carreira, ele começou como backing vocal do Diante do Trono e hoje é um dos principais representantes da música gospel no Brasil.
Fora os trabalhos como cantor, ele ainda lidera os cultos de terça-feira da Igreja Batista da Lagoinha, em Belo Horizonte, onde é pastor. “Ser pastor é uma profissão. Mas eu sou pastor voluntário há 15 anos. Eu não recebo dinheiro por isso. Vivo mesmo da minha música, da minha arte, minha renda vem da minha arte”, explica ele.
Recentemente ele gravou um CD e DVD na cidade de Cabo de Santo Agostinho (PE), atraindo milhares de pessoas. O disco tem o nome de “Crer Para Ver” e deve ser lançado em fevereiro de 2016. “Aí começa uma nova turnê, vamos rodar o Brasil todo”, afirma o cantor que já tem viajado pelo país apresentando seus sucessos.
Aos 37 anos, casado, pai de dois meninos Lorenzo, 6 anos, e Vitório, de 9 meses, o pastor tem um estilo moderno de se vestir e isso atraí muitas críticas.
As pessoas também criticam os eventos que ele faz fora das igrejas. “Existem críticas demais. No nosso segmento tem divisão também. Algumas pessoas acham que você só pode cantar dentro da igreja, ou que só pode usar terno e gravata o tempo todo. Aí acaba que você é criticado. Diariamente eu recebo algumas críticas”, disse ele.
Mas em seu entendimento, os resultados que o seu ministério apresenta conseguem dar a resposta certa para todas as críticas que recebe. “A gente tem que entendê-las e respeitá-las. Mas eu acredito muito no resultado daquilo que a gente faz. O fruto fala. O resultado abençoa mais do que complica ou confunde.”
Suas canções são claras na mensagem evangelística, mesmo assim 40% do público de André Valadão não é formado por evangélicos.
“A cada dez produtos que eu vendo, quatro não são para evangélicos. E é uma música evangélica mesmo, não tem nada camuflado, não. Eu falo de Jesus mesmo, falo de amor, de perdão, da mensagem de Cristo. Mas eu tenho um cuidado mesmo de conseguir alcançar as pessoas de uma maneira contemporânea. Sou pai de família, sou homem, sou cidadão. As pessoas se identificam.”
André Valadão tem 12 anos de carreira solo e 15 anos de carreira, ele começou como backing vocal do Diante do Trono e hoje é um dos principais representantes da música gospel no Brasil.
Fora os trabalhos como cantor, ele ainda lidera os cultos de terça-feira da Igreja Batista da Lagoinha, em Belo Horizonte, onde é pastor. “Ser pastor é uma profissão. Mas eu sou pastor voluntário há 15 anos. Eu não recebo dinheiro por isso. Vivo mesmo da minha música, da minha arte, minha renda vem da minha arte”, explica ele.
Recentemente ele gravou um CD e DVD na cidade de Cabo de Santo Agostinho (PE), atraindo milhares de pessoas. O disco tem o nome de “Crer Para Ver” e deve ser lançado em fevereiro de 2016. “Aí começa uma nova turnê, vamos rodar o Brasil todo”, afirma o cantor que já tem viajado pelo país apresentando seus sucessos.
- dezembro 14, 2015
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Um episódio narrado pelo conhecido padre-cantor Fábio de Melo gerou um debate na internet. Ele contou, durante a pregação no evento Hosana 2015, da Canção Nova, em São Paulo, como foi seu encontro com a travesti Luana Muniz.
O relato está em um vídeo com sete minutos da sua pregação.Após ganhar as páginas do jornal Extra, do Rio de Janeiro, e foi reproduzida por vários sites.
No final de novembro, o padre estava na festa de aniversário da cantora Alcione, celebrada na quadra da Mangueira, Zona Norte do Rio. Entre os diversos convidados também estava Luana, que ficou conhecida após aparecer em um episódio do programa Profissão Repórter, da Rede Globo.
O padre conta que o travesti se aproximou dele e pediu para tirar uma foto. “O senhor costuma tirar fotos com pecadoras?”, disse Luana. Mesmo constrangido, o sacerdote concordou. Antes de sair, o travesti disse: ‘eu não acredito que o senhor permitiu’.
“Os olhos dele estavam emocionados”, relata Fábio. Ele também diz que se emocionou ao saber quem era aquela pessoa. Maria Helena, a irmã da Alcione, contou a ele que o travesti Luana criou um grupo que alimenta e recolhe mendigos que vivem no centro do Rio. Além de dar banho, os alimenta. Também se tornou uma espécie de vigilante, protegendo os moradores de rua.
Para o padre, segundo suas próprias palavras, o encontro foi uma confrontação com sua hipocrisia e preconceito. “Que coisa horrorosa isso em nós… Como se eu fosse melhor. Isso é mesquinho, é vergonhoso”, disse ele em frente aos milhares de fiéis que estavam no evento e ouviram o testemunho.
Foi então que o líder católico, disparou: “Eu não entro no mérito da questão da vida que ele [o travesti] leva, vamos deixar que Deus faça isso. Não sou síndico da Eternidade. Agora, que é um tapa na cara da gente, é!”.
A seguir, começou a fazer um desafio aos presentes, ecoando o relato dos evangelhos da parábola do Bom Samaritano. “Aquele que você enxerga e que, naturalmente, provoca um desconforto por ser tão diferente de nós. Não sabemos quantas coroas da dignidade foram recolocadas por aquela pessoa…. Eu sou padre e nem sempre tenho disposição de recolher quem precisa. Você é cristão e nem sempre está disposto que ele tem de cuidar de quem está doente, colocar dentro da sua casa… alimentar e amar quem precisa ser amado ”.
Ao desafiar os presentes, foi incisivo: “Não cabe nenhum julgamento do lado de lá, cabe aqui. Quando Deus coloca essas pessoas diante de nós, é para desmoronar os castelos de ilusão que nós criamos dentro. Como se o nosso cristianismo já tivesse pronto. Como se nós já tivéssemos chegado ao último estágio dessa santidade que Deus nos convida”.
Quando fez a aplicação do texto que fora lido no início da missa (Marcos 6), o padre não poupou críticas “eu ainda me envergonho dos que são diferentes de mim. Eu ainda tenho medo de ir ao encontro daqueles que precisam de mim. E essa palavra de Paulo… é dura: a missão de vocês é junto daqueles que estão necessitados. Olha o evangelho de hoje!”.
Muito aplaudido durante a homilia, os questionamentos de Fábio de Melo podem ser vistos de duas maneiras. O cristão leitor da Bíblia poderá argumentar que a igreja brasileira de modo geral não tem seguido os mandamentos de Jesus para cuidar dos necessitados.
Embora existam ministérios que façam isso, são exceção e não a regra. Por outro lado, poderá apenas se concentrar no fato de que, por melhor que a pessoa seja, não se pode atribuir a alguém que viva fora do padrão bíblico, o título de “pastor”, “sacerdote” e “profeta” como fez o padre.
O relato está em um vídeo com sete minutos da sua pregação.Após ganhar as páginas do jornal Extra, do Rio de Janeiro, e foi reproduzida por vários sites.
No final de novembro, o padre estava na festa de aniversário da cantora Alcione, celebrada na quadra da Mangueira, Zona Norte do Rio. Entre os diversos convidados também estava Luana, que ficou conhecida após aparecer em um episódio do programa Profissão Repórter, da Rede Globo.
O padre conta que o travesti se aproximou dele e pediu para tirar uma foto. “O senhor costuma tirar fotos com pecadoras?”, disse Luana. Mesmo constrangido, o sacerdote concordou. Antes de sair, o travesti disse: ‘eu não acredito que o senhor permitiu’.
“Os olhos dele estavam emocionados”, relata Fábio. Ele também diz que se emocionou ao saber quem era aquela pessoa. Maria Helena, a irmã da Alcione, contou a ele que o travesti Luana criou um grupo que alimenta e recolhe mendigos que vivem no centro do Rio. Além de dar banho, os alimenta. Também se tornou uma espécie de vigilante, protegendo os moradores de rua.
Para o padre, segundo suas próprias palavras, o encontro foi uma confrontação com sua hipocrisia e preconceito. “Que coisa horrorosa isso em nós… Como se eu fosse melhor. Isso é mesquinho, é vergonhoso”, disse ele em frente aos milhares de fiéis que estavam no evento e ouviram o testemunho.
Foi então que o líder católico, disparou: “Eu não entro no mérito da questão da vida que ele [o travesti] leva, vamos deixar que Deus faça isso. Não sou síndico da Eternidade. Agora, que é um tapa na cara da gente, é!”.
A seguir, começou a fazer um desafio aos presentes, ecoando o relato dos evangelhos da parábola do Bom Samaritano. “Aquele que você enxerga e que, naturalmente, provoca um desconforto por ser tão diferente de nós. Não sabemos quantas coroas da dignidade foram recolocadas por aquela pessoa…. Eu sou padre e nem sempre tenho disposição de recolher quem precisa. Você é cristão e nem sempre está disposto que ele tem de cuidar de quem está doente, colocar dentro da sua casa… alimentar e amar quem precisa ser amado ”.
Ao desafiar os presentes, foi incisivo: “Não cabe nenhum julgamento do lado de lá, cabe aqui. Quando Deus coloca essas pessoas diante de nós, é para desmoronar os castelos de ilusão que nós criamos dentro. Como se o nosso cristianismo já tivesse pronto. Como se nós já tivéssemos chegado ao último estágio dessa santidade que Deus nos convida”.
Quando fez a aplicação do texto que fora lido no início da missa (Marcos 6), o padre não poupou críticas “eu ainda me envergonho dos que são diferentes de mim. Eu ainda tenho medo de ir ao encontro daqueles que precisam de mim. E essa palavra de Paulo… é dura: a missão de vocês é junto daqueles que estão necessitados. Olha o evangelho de hoje!”.
Muito aplaudido durante a homilia, os questionamentos de Fábio de Melo podem ser vistos de duas maneiras. O cristão leitor da Bíblia poderá argumentar que a igreja brasileira de modo geral não tem seguido os mandamentos de Jesus para cuidar dos necessitados.
Embora existam ministérios que façam isso, são exceção e não a regra. Por outro lado, poderá apenas se concentrar no fato de que, por melhor que a pessoa seja, não se pode atribuir a alguém que viva fora do padrão bíblico, o título de “pastor”, “sacerdote” e “profeta” como fez o padre.
- dezembro 14, 2015
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